Quanto o iFood Cobra dos Restaurantes?

Quanto o iFood Cobra dos Restaurantes?

Entenda quanto o iFood cobra dos restaurantes, quais taxas podem incidir sobre cada pedido e como calcular o impacto das comissões na margem de lucro do delivery.

Quanto o iFood cobra dos restaurantes?

O iFood cobra dos restaurantes principalmente por meio de comissão sobre os pedidos, taxa de pagamento online quando o pagamento é realizado pela plataforma e, dependendo do plano, uma mensalidade. Nas condições padrão atualmente divulgadas pelo próprio iFood, o Plano Básico cobra 12% de comissão e 3,5% nos pedidos pagos pelo iFood, além de mensalidade de R$ 110 para estabelecimentos que ultrapassam R$ 1.800 em vendas no mês.

No modelo em que o iFood participa da entrega, a comissão padrão é de 23%, com cobrança adicional de 3,5% sobre pedidos pagos online e mensalidade de R$ 150 quando o estabelecimento ultrapassa R$ 1.800 em vendas no mês. As condições podem variar conforme contrato, plano e operação, por isso o restaurante deve conferir os valores ativos no Portal do Parceiro.

Quais são as principais taxas do iFood?

O custo de vender pelo iFood não é formado por uma única cobrança. O restaurante precisa analisar a comissão sobre os pedidos, a taxa relacionada ao pagamento online, eventual mensalidade e outros custos que podem existir de acordo com os serviços utilizados.

  • Comissão: percentual aplicado aos pedidos realizados pela plataforma.
  • Pagamento online: cobrança adicional quando o pedido é pago pelo iFood.
  • Mensalidade: pode existir conforme o plano e o volume de vendas.
  • Logística: o modelo de entrega escolhido influencia a estrutura de custos.
  • Promoções: campanhas e descontos podem alterar o valor efetivamente recebido pelo restaurante.

Quanto o Plano Básico do iFood cobra?

No Plano Básico, o restaurante utiliza sua própria estrutura para realizar as entregas. A página oficial do iFood informa comissão de 12% sobre os pedidos e mais 3,5% nos pedidos com pagamento realizado pelo iFood. A mensalidade informada é de R$ 110 quando o estabelecimento ultrapassa R$ 1.800 de faturamento mensal.

Isso significa que um restaurante não deve considerar apenas os 12% de comissão ao calcular seu preço de venda. Se o consumidor pagar pelo próprio iFood, a taxa de pagamento online também precisa entrar na conta.

Quanto o plano com entrega do iFood cobra?

Quando o restaurante utiliza o modelo de entrega com parceiros do iFood, a comissão padrão divulgada pelo iFood é de 23%. Para pedidos pagos online, também existe a taxa de pagamento informada pelo iFood. A mensalidade padrão indicada para esse modelo é de R$ 150 quando as vendas ultrapassam R$ 1.800 no mês.

A vantagem desse modelo é que o restaurante não precisa manter exatamente a mesma estrutura logística necessária para realizar todas as entregas por conta própria. Porém, a comissão maior precisa ser considerada na formação do preço e na análise da rentabilidade.

Exemplo de cálculo de uma venda no iFood

Imagine um pedido de R$ 50,00 realizado no Plano Básico e pago pelo iFood. Considerando apenas a comissão de 12% e a taxa de pagamento online de 3,5%, as cobranças percentuais somariam R$ 7,75 nesse exemplo.

O cálculo seria:

  • Valor do pedido: R$ 50,00
  • Comissão de 12%: R$ 6,00
  • Pagamento online de 3,5%: R$ 1,75
  • Total das cobranças percentuais consideradas: R$ 7,75
  • Valor restante antes de outros custos: R$ 42,25

Esse valor restante não representa lucro. Ainda precisam ser considerados ingredientes, embalagem, mão de obra, impostos, custos de entrega, desperdícios, promoções e demais despesas da operação.

A comissão do iFood incide sobre o quê?

O restaurante precisa verificar as regras do seu contrato e o detalhamento financeiro da própria conta. A documentação financeira do iFood informa que a comissão pode ser calculada sobre o valor bruto recebido do cliente, incluindo o valor relativo à taxa de entrega quando aplicável.

Por isso, simplesmente multiplicar o preço do prato pela porcentagem anunciada pode não representar todos os detalhes do cálculo de determinado pedido. O melhor procedimento é conferir o lançamento individual no Portal do Parceiro.

Existe mensalidade no iFood?

Sim, determinados planos possuem mensalidade. Nas condições padrão atualmente divulgadas, o Plano Básico possui mensalidade de R$ 110 para restaurantes que ultrapassam R$ 1.800 em vendas no mês, enquanto o modelo com entrega parceira informa mensalidade de R$ 150 acima desse limite.

Esse custo precisa entrar na análise mensal do negócio. Um restaurante com poucas vendas pode sentir a mensalidade de forma diferente de uma operação com grande volume de pedidos.

A taxa de serviço cobrada do cliente é paga pelo restaurante?

Não se deve confundir a taxa de serviço cobrada do consumidor com a comissão do restaurante. O próprio iFood informa que a taxa de serviço é uma cobrança direcionada ao cliente final e não altera a comissão acordada com o restaurante.

O iFood informa atualmente que essa taxa de serviço pode variar entre R$ 0,99 e R$ 2,49 conforme critérios da plataforma. Ela é diferente das cobranças que aparecem no financeiro do estabelecimento.

Como calcular o custo real de vender pelo iFood?

O cálculo correto precisa considerar muito mais do que a porcentagem da comissão. Uma forma simples de organizar a análise é separar cada pedido em receita, taxas do canal e custos próprios da operação.

  1. Identifique o valor total vendido.
  2. Confira a comissão aplicada ao pedido.
  3. Verifique se houve cobrança de pagamento online.
  4. Inclua a parcela proporcional da mensalidade, quando houver.
  5. Some custos de ingredientes e embalagem.
  6. Considere entrega, promoções e descontos aplicáveis.
  7. Desconte impostos e demais despesas operacionais.
  8. Compare o valor final com o preço de venda para descobrir a margem real.

Por que a taxa do iFood precisa entrar na formação do preço?

Um erro comum é definir o preço de um produto considerando somente ingredientes e embalagem. Quando o mesmo item é vendido por um marketplace, as taxas do canal podem reduzir significativamente o valor disponível para pagar os demais custos.

Por isso, o restaurante deve conhecer o custo total de cada produto antes de definir preços, promoções e descontos. O controle de despesas e da rentabilidade por canal também ajuda a identificar quais vendas realmente contribuem para o resultado do negócio.

Para aprofundar essa análise, vale também conferir estratégias de como economizar no restaurante e identificar despesas que podem ser reduzidas sem comprometer a operação.

Como reduzir o impacto das taxas do iFood?

Reduzir o impacto das taxas não significa necessariamente abandonar o iFood. Uma estratégia mais equilibrada é entender quanto cada canal custa e decidir qual função cada canal terá dentro da operação.

  • Calcule a margem individual dos principais produtos.
  • Evite promoções que eliminem completamente a margem.
  • Crie combos para aumentar o valor de cada pedido.
  • Revise preços quando os custos operacionais mudarem.
  • Acompanhe as taxas efetivamente lançadas no Portal do Parceiro.
  • Compare o resultado do iFood com outros canais de venda.
  • Desenvolva canais próprios para aumentar a recorrência de clientes.

Um Cardápio Digital próprio pode funcionar como complemento ao marketplace, permitindo que o restaurante tenha outro canal para receber pedidos e fortalecer o relacionamento direto com seus clientes.

Vale a pena vender pelo iFood mesmo pagando comissão?

Não existe uma resposta única para todos os restaurantes. A decisão depende da margem dos produtos, volume de pedidos, estrutura de entrega, concorrência, capacidade operacional e custo de aquisição de clientes.

O iFood pode ser interessante como canal de descoberta e aquisição, enquanto um canal próprio pode ser utilizado para estimular compras recorrentes. O importante é comparar o lucro gerado por cada canal, e não apenas o faturamento bruto.

Também é útil acompanhar fatores que influenciam a presença da loja dentro da plataforma. Veja estratégias relacionadas a como aumentar o ranking no iFood para melhorar a operação e a experiência oferecida aos consumidores.

Erros comuns ao calcular as taxas do iFood

  • Considerar somente a comissão e ignorar o pagamento online.
  • Esquecer a mensalidade quando o plano possui cobrança fixa.
  • Confundir faturamento com lucro.
  • Ignorar custos de embalagem e produção.
  • Desconsiderar descontos e promoções.
  • Usar uma taxa antiga sem conferir as condições atuais.
  • Assumir que todos os restaurantes possuem exatamente o mesmo contrato.

O que conferir no Portal do Parceiro?

Como as condições comerciais podem variar, o restaurante deve usar o próprio ambiente financeiro do iFood como referência para conferir as cobranças efetivamente aplicadas à sua operação. O iFood informa que o parceiro pode acompanhar comissões, taxas e repasses na área financeira.

Essa conferência é especialmente importante antes de alterar preços, criar promoções ou decidir entre diferentes modelos de entrega.

FAQ sobre as taxas do iFood

Quanto o iFood cobra de comissão dos restaurantes?

Nas condições padrão atualmente divulgadas, a comissão é de 12% no Plano Básico e de 23% no modelo com entrega parceira. O percentual pode variar conforme contrato e condições comerciais da loja.

O iFood cobra taxa além da comissão?

Sim. Nos pedidos pagos pelo iFood existe uma taxa de pagamento online, além de possíveis mensalidades conforme o plano contratado.

Quanto custa a mensalidade do iFood?

Nas condições padrão divulgadas atualmente, a mensalidade é de R$ 110 no Plano Básico e R$ 150 no modelo com entrega parceira quando o restaurante ultrapassa R$ 1.800 em vendas no mês.

Quem paga a taxa de serviço do iFood?

A taxa de serviço é cobrada do consumidor final e é diferente da comissão acordada com o restaurante.

Como saber exatamente quanto meu restaurante está pagando?

Consulte o Portal do Parceiro ou o aplicativo do iFood para Restaurantes e analise os lançamentos na área financeira. Essa é a forma mais segura de verificar as condições efetivamente aplicadas à sua conta.

Conclusão

Quanto o iFood cobra dos restaurantes depende principalmente do plano, do modelo de entrega e da forma de pagamento do pedido. Nas condições padrão divulgadas atualmente, o Plano Básico parte de 12% de comissão, enquanto o modelo com entrega parceira utiliza comissão maior, além das cobranças relacionadas ao pagamento online e eventual mensalidade.

Mais importante do que olhar apenas para a porcentagem é calcular o custo completo de cada pedido. Quando o restaurante conhece sua margem, controla os custos e compara diferentes canais de venda, consegue tomar decisões melhores sobre preços, promoções e estratégia de delivery.

Além de utilizar marketplaces para conquistar clientes, criar um canal próprio com um Cardápio Digital pode ajudar o restaurante a diversificar suas vendas e reduzir a dependência de comissões por pedido.

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